
Nos campos de concentração, as pessoas frequentemente escondiam seus pertences mais valiosos, na esperança de que um dia pudessem voltar para casa.
Por mais de setenta anos, um anel e uma corrente de uma mulher permaneceram guardados em um compartimento secreto no fundo de uma xícara de metal.

Durante todo esse tempo, os objetos passaram despercebidos, até que a xícara começou a se deteriorar com o tempo. Quando um funcionário do museu a pegou por acaso, descobriu que ela tinha um fundo duplo.

O esconderijo estava tão bem disfarçado que ninguém, nem mesmo observadores experientes, suspeitaria de sua existência. A xícara tornou-se, essencialmente, um símbolo de esperança e coragem, protegendo itens valiosos nesse pequeno e seguro espaço.







